Sexta é sempre um dia estranho pra mim.
Enquanto vejo muita gente começar a segunda esperando a sexta – e me lembro do Clóvis de Barros Filhos falando sobre essa “mentalidade happy hour do sextou”, torcendo para a vida acabar mais rápido –, é o dia em que avalio a minha semana, me preparo para desfrutar o sábado.
No domingo, reservo tempo para planejar os próximos dias e adiantar algumas tarefas rápidas – porque é o primeiro dia da semana. Na segunda, segundo dia obviamente, que eu adoro por sinal, meu ritmo é de continuidade, não de velório porque o trabalho vai exigir o mesmo comprometimento de todos os dias anteriores.
O passado vira dados, o futuro é especulação e me resta o hoje, mais especificamente o agora.
Jamais torci pra sexta-feira chegar mais rápido. Até gostaria que o dia tivesse 36 ou 48h, porque as 24 parecem curtas pro meu ritmo.
Enfim, “sextou”. E eu aqui preparando o evento do dia 29/06, os próximos artigos, analisando e manipulando dados, otimizando campanhas, planejando as soluções das consultorias em andamento.
E você, é da turma do sextou que deseja que a semana acabe logo ou da que desfruta cada dia, tão únicos como eles são?
A cultura do “sextou” é antinatural
Publicado em: 19 de junho de 2026 |