Ilustração sobre Ficha de Empresa Google para pequenas e médias indústrias mostrando um T-Rex executivo comparando cenários de ANTES e DEPOIS com ferramentas de SEO e dados.

Ficha de Empresa Google para pequenas e médias indústrias

Publicado em: 1 de agosto de 2026 |
Com o mercado publicitário brasileiro liderando o crescimento mundial em ano de Copa e eleições, o tráfego orgânico geolocalizado com uma Ficha de Empresa Google bem estruturada é fator de sobrevivência para pequenas e médias indústrias.

As indústrias brasileiras, principalmente no setor de transformação, ainda operam em sua maioria num estranho modo de desconfiança frente à expansão digital. Operam à parte num universo corporativo próprio, onde ferramentas como a Ficha de Empresa Google, geração de tráfego orgânico qualificado e campanhas de anúncios orientadas por dados parecem não ter alcançado nelas, a aceleração frenética do século XXI modelado pelas inteligências artificiais.

Mesmo com o uso de tecnologia avançada em seus equipamentos milionários, a comunicação digital caminha a passos lentos — na velocidade de um cágado ou uma lesma.

Dentre os destaques a comunicação omnicanal, uma das maiores deficiências do setor, requer ações imediatas para evitar retração nas vendas e perdas financeiras vultuosas. As estratégias digitais deixaram de ser “novidade” para ser essenciais há mais de uma década. Contudo, a indústria brasileira ainda parece estagnada no velho jeito de fazer negócios.

Estudos da McKinsey e da Google apontam uma transformação no mercado B2B, porém com diferenças gritantes. Em pesquisa lançada em 16 de julhos de 2026, a Mckinsey informa:

“Com base em nossa Pesquisa de Pulso B2B de 2026 , que entrevistou quase 4.000 compradores e vendedores em 13 países, juntamente com entrevistas aprofundadas com líderes de receita em empresas globais, observamos uma lacuna crescente entre os campeões e os retardatários do crescimento no mercado B2B. Cada vez mais, a IA está se tornando o principal diferencial, mas não para empresas que estão simplesmente adotando ferramentas.”

“O que diferencia os campeões de crescimento — aqueles que crescem mais rápido que seus pares — é sua ambição de reformular completamente os principais fluxos de trabalho. Empresas de alto crescimento têm três vezes mais chances de aumentar o investimento em IA em dois dígitos em 2026 em comparação com o ano anterior — 71% contra 25%.1Aqueles que obtêm valor desses investimentos não estão apenas implementando ferramentas em toda a empresa, mas redesenhando fluxos de trabalho essenciais em torno de IA orientada a agentes.”

Em edição do Think With Google de fevereiro de 2026, Lorraine Twohill destaca as reflexões para os líderes e afirma:

“Mais importante: implementar uma estratégia de IA de ponta a ponta que funcione em escala e ajude a gerar impacto e resultados cada vez melhores para o CMO, demonstrando com clareza o poder e o valor de investir em marketing.

Menos importante: as velhas formas de fazer as coisas que impedem uma transformação profunda de ferramentas, processos e hábitos enraizados — que é necessária para estar à altura deste momento.”

 

Escavei pesquisas, indicadores e modus operandi das indústrias unindo ao poder e eficiência do tráfego orgânico e da Ficha de Empresa para revelar como usá-la e acelerar a tomada de decisão de seus clientes potenciais.

Meus queridos donos de indústria, CMOS, CEOs e CFOs, pega seu café expresso e bora desbravar. ☕

Nesta página

Ficha do Google Meu Negócio se torna a arma secreta de PMEs Industriais para escapar da explosão dos custos de anúncios em 2026

Visão estratégica para captação de leads orgânicos

A era do marketing industrial baseado exclusivamente no aperto de mãos e nos catálogos impressos ficou definitivamente no passado? Para as indústrias, não totalmente. Muitas ainda são baseadas em extensas equipes de vendas e seus catálogos de produtos.

Os métodos de aquisição e entrega digital ainda são incipientes, tímidos. Limitam-se a disponibilizá-los em seus sites institucionais e algumas geram campanhas no Google Ads com landing pages toscas ou apenas para páginas institucionais que não entregam nenhum potencial de vendas real.

No dinâmico cenário corporativo de 2026, a disputa pelos contratos de fornecimento B2B — Business-to-Business ou, em bom português, empresa para empresa — e pelo abastecimento em escala começa silenciosamente nos resultados de busca do Google e no Google Maps.

A antiga e subestimada “Ficha do Google” — hoje batizada oficialmente de Perfil da Empresa no Google — deixou de ser uma mera lista telefônica digital para se consolidar como um dos principais motores de previsibilidade de receita e captação de leads orgânicos para as indústrias do país, principalmente pequenas e médias (PMEs).

Resiliência é a força silenciosa das PMEs industriais

75,1% das indústrias brasileiras sobrevivem aos críticos dois primeiros anos de atividade — superando setores tradicionais como o comércio (74,1%), serviços (71,7%) e a construção civil (66,2%).

As micro, pequenas e médias empresas (PMEs) representam 99% do total de empresas ativas no Brasil, sendo responsáveis por mais da metade dos empregos formais do setor privado. Contudo, o setor industrial brasileiro destaca-se por um fator crítico: a resiliência operacional.

De acordo com estudos de sobrevivência empresarial conduzidos pelo Sebrae, a indústria é o setor que apresenta a maior taxa de sucesso do mercado. Das indústrias abertas no país, 75,1% sobrevivem aos críticos dois primeiros anos de atividade — superando setores tradicionais como o comércio (74,1%), serviços (71,7%) e a construção civil (66,2%).

Geograficamente, as indústrias da Região Sudeste lideram essa resiliência, registrando uma taxa de sobrevivência de 76,4%, seguidas de perto pelas regiões Sul (71,7%) e Nordeste (69,1%).

R$3,4 trilhões em investimentos na indústria nacional em 2026

O amadurecimento digital das indústrias ocorre em um momento de forte aceleração econômica. Logo no primeiro trimestre de 2026, os indicadores da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontaram uma expansão de 9,8% no faturamento real da indústria de transformação brasileira em relação ao final do ano anterior. Apenas no mês de março, o salto foi de 3,8%, impulsionando projeções de crescimento do PIB industrial de 1,6% no ano e um PIB nacional de 2,0% para 2026.

Essa arrancada é sustentada pela consolidação do programa federal “Nova Indústria Brasil” (NIB), que já acumula um montante histórico de R$ 3,4 trilhões de investimentos direcionados ao desenvolvimento produtivo e tecnológico.

Desse montante, R$ 1,2 trilhão é composto por recursos públicos — incluindo R$ 507 bilhões viabilizados pelo Plano Mais Produção para o financiamento da neo industrialização até 2026 — e R$ 2,2 trilhões anunciados pelo setor privado.

Entretanto, esse crescimento ocorre em um cenário macroeconômico pressionado por taxas de juros elevadas. Com a taxa Selic estimada para encerrar 2026 na casa do 14,25% ao ano e a inflação projetada em 5,12% (dados divulgados pelo Banco Central no Relatório Focus da CNN Brasil), buscar crédito bancário comercial tornou-se um processo oneroso para o caixa das empresas.

Diante do capital caro, otimizar custos de aquisição de clientes (CAC) por vias orgânicas não é mais um diferencial, mas sim uma obrigação financeira.

O tráfego pago para anunciar na Internet está mais caro

Para as indústrias que dependem unicamente de anúncios pagos para atrair compradores, a conta simplesmente parou de fechar.

O Brasil encerrou o ano de 2025 movimentando o recorde histórico de R$ 42,7 bilhões em publicidade digital — um crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior, configurando a segunda maior alta da história da internet brasileira.

O investimento intermediado por agências atingiu R$ 28,9 bilhões em 2025, de acordo com o painel Cenp-Meios.

Para 2026, o cenário está ainda mais competitivo. Projeções globais da Dentsu mostram que os investimentos publicitários mundiais devem romper a marca de US$1 trilhão.

O Brasil desponta como o mercado com a maior projeção de crescimento publicitário do mundo em 2026, com alta de 9,1%, esmagando a média global de 5,1%. Os grandes causadores dessa inflação nos custos de mídia são eventos de altíssima tração de audiência: a Copa do Mundo da FIFA e o calendário de eleições presidenciais no país.

Podemos tomar ainda como fator propulsor a cultura do “faça você mesmo”, onde milhões de micro e pequenos empreendedores tentam de alguma forma anunciar no Google e outras plataformas como Meta e TikTok para tentar manter seus negócios em funcionamento.

A ausência de planejamento, implementação de arquitetura de dados e cálculos eficientes dos custos de aquisição impulsionam as oscilações discrepantes que geram preços mais altos nos leilões de anúncios.

Indicador Econômico e PublicitárioCenário em 2025Projeção / Realidade 2026Impacto Direto nas PMEs Industriais
Investimento em Publicidade DigitalR$ 42,7 bilhõesCrescimento global liderado pelo Brasil (9,1%)Leilões de anúncios disputados e Custo por Clique (CPC) inflacionado.
Investimento via Agências (Cenp-Meios)R$ 28,9 bilhõesContinuidade na alta de compra de espaços de mídiaDificuldade para marcas de menor orçamento competirem no topo de funil.
Crescimento do Faturamento IndustrialEstabilização e ajustes locaisAlta de 9,8% no acumulado do primeiro trimestreDemanda de compradores B2B aquecida e em busca de fornecedores rápidos.
Injeção de Capital (Nova Indústria Brasil)Estruturação e aportes iniciaisR$ 3,4 trilhões acumulados em investimentosRecursos históricos focados na digitalização e eficiência das indústrias.
Taxa Básica de Juros (Selic)Patamares acima de 10%Estacionada em 12,75% ao ano em dezembroCrédito bancário caro exige estratégias de marketing de baixo custo.

Nota do autor:

Na realidade é tudo bem mais do mesmo, todo mundo fazendo tudo igual. Mas, e daí? Que seja! Melhor fazer e sair do 0x0 do que não fazer nada. Tenha cuidado com as possíveis repercussões negativas à sua marca ao “gerar qualquer coisa”. Um mínimo de coerência e proteção de marca não farão mal.

A ladeira digital da manufatura brasileira

Mesmo sabendo que 96% dos brasileiros pesquisam as empresas no Google antes de entrar em contato ou visitá-las, a maturidade digital das indústrias nacionais ainda revela lacunas expressivas.

Enquanto setores voltados ao consumidor final registram taxas de verificação de ficha no Google elevadas — como a gestão de propriedades (83%) e a hotelaria (81%) —, o segmento industrial de bens de consumo (Consumer Goods) e manufatura tradicional amarga uma taxa de apenas 69% de perfis reivindicados e ativos.

Reivindicados e ativos não quer dizer que são mantidos com as melhores práticas rigorosamente ou que usam os 3 Cs como pilares: continuidade, constância e consistência.

Na prática, quase um terço das indústrias brasileiras simplesmente não existe nos mapas ou possui “perfis fantasmas”, desatualizados e vulneráveis à perda de clientes potenciais.

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Reputação digital B2B: a regra das estrelas e o "efeito 100+"

No ambiente B2B, a reputação digital funciona como uma auditoria informal de credibilidade. Atualmente, a média de pontuação das indústrias de manufatura tradicional no Google Meu Negócio gira em torno de 4,3 estrelas, com um acumulado médio de 40 avaliações.

Contudo, para se destacar no algoritmo de busca local e conquistar a confiança dos compradores, é recomendável que as indústrias mantenham uma média de avaliações entre 4,5 e 4,7 estrelas.

Os líderes de destaque do setor ostentam classificações de 4,8 a 4,9 estrelas de forma consistente e com constante fluxo de novas interações.

Além disso, romper a barreira das 100 avaliações com notas acima de 4,5 estrelas gera impactos financeiros e operacionais decisivos para a PME:

  1. Salto de 20% no ranking orgânico: Empresas que superam as 100 avaliações conquistam um ganho imediato de 20% de posicionamento orgânico no Google Maps em relação aos concorrentes diretos.
  2. Ativação de extensões no Google Ads: Atingir esse patamar libera as Seller Rating Extensions (Extensões de Classificação do Vendedor) em campanhas pagas, exibindo as cobiçadas estrelas douradas ao lado dos anúncios institucionais.
  3. Redução do custo de mídia (CPC): As estrelas aumentam drasticamente a taxa de cliques por impressão (CTR). O Google interpreta essa alta como forte relevância, eleva o Índice de Qualidade da conta e reduz o Custo por Clique (CPC) cobrado nas campanhas pagas.

Por que o marketing industrial é diferente do varejo?

O grande erro cometido pelas PMEs industriais é tentar replicar estratégias voltadas ao comércio eletrônico e de negócios local de varejo tradicionais. A lógica de negócios para a indústria é completamente diferente, seguindo os pilares:

1. Intenção de busca de cauda longa (Long-Tail)

Compradores industriais e engenheiros de suprimentos não realizam buscas genéricas. Em vez de “fábrica de plástico”, eles pesquisam termos técnicos específicos, como “fabricante de engrenagem de nylon com alta resistência” ou “fornecedor de corte a laser em inox sob medida”.

A ficha do Google precisa estar semanticamente estruturada com esses jargões técnicos para ser acionada no momento exato da intenção.

2. Ciclo de vendas longo e a ficha como validadora

A jornada de compra B2B é longa e complexa, e as indústrias que estruturam essa jornada com estratégias orientadas por dados conseguem registrar retornos de marketing até 54% maiores. O lead não realiza uma compra por impulso; ele usa a Ficha de Empresa para validar a infraestrutura física da fábrica.

Fotos em 360 graus do maquinário, horários logísticos reais, detalhes de certificações industriais e feedbacks sobre pontualidade na entrega são determinantes para o comprador dar o próximo passo.

Algoritmo local, vídeo de verificação e IA

O ecossistema do Google em 2026 está expurgando os amadores. Ele prioriza a autoridade de sistema das listagens. A distribuição dos fatores de ranqueamento locais para as empresas hoje é composta por:

  • Sinais do Perfil da Empresa (32%): Precisão das categorias primárias e secundárias, preenchimento detalhado e dinamismo de atualizações.
  • Reputação e Avaliações (20%): Velocidade de novas avaliações, sentimentos do texto e taxa de resposta do proprietário (empresas que não interagem perdem posicionamento).
  • Otimização do Site Vinculado (15%): Autoridade e semântica de SEO na página de destino da indústria.
  • Sinais Comportamentais (9%): Cliques de rotas, ligações efetuadas, mensagens e cliques para o site.
  • Outros Sinais: Personalização/Sociais (10%), Sinais de links externos (8%) e diretórios de alta autoridade (6%).

Verificação por vídeo rigorosa e a visão computacional

Para combater perfis fraudulentos e empresas de fachada, o Google implementou um rígido protocolo de verificação por vídeo contínuo e sem edições. O responsável pelo perfil deve gravar, em um único take ininterrupto:

  1. A Localização Física: Iniciando na rua para comprovar o alinhamento com o GPS.
  2. A Infraestrutura Operacional: Caminhando pela fábrica e registrando os maquinários ativos, equipamentos e galpão de estoques.
  3. A Autoridade Administrativa: Acessando computadores, sistemas internos ERP ou mostrando chaves privadas que comprovem a posse do negócio.

Além disso, a Inteligência Artificial do buscador utiliza sistemas de Computer Vision (Visão Computacional) para analisar as imagens postadas. O robô escaneia visualmente os ambientes industriais, logos e equipamentos, associando essas imagens aos termos técnicos de busca de forma automatizada.

A era das respostas por IA (AI Overview)

Os resumos gerados por inteligência artificial do Google (AI Overviews) mudaram o tráfego orgânico: cerca de 90% das páginas recomendadas pela IA de busca local aparecem fora das primeiras 20 posições da SEO tradicional.

A IA prioriza o contexto semântico, citações e reputação. Aparecer como o primeiro nome sugerido por um assistente de IA resulta em uma taxa de conversão 4,4 vezes maior em comparação ao tráfego orgânico básico.

Nota do autor:

Será que os AI Overviews realmente mudaram para melhor os resultados de buscas ou tornaram o usuário mais preguiçoso em suas pesquisas? Já se fez essa pergunta? Já analisou se você mesmo não está deixando de fazer uma busca mais minuciosa e usando apenas os resultados que “IA” te entrega? Isso determina que, se este está sendo o seu parâmetro, não é você quem está tomando as suas decisões e sim a IA. Pense se isso é realmente viável e na importância do seu senso crítico e no impacto nas tomadas de decisões.

Canais de visibilidade orgânica pouco explorados que geram resultados

Para bater a concorrência sem depender da queima de caixa em anúncios inflacionados, as indústrias inteligentes estão utilizando estratégias avançadas de integração local:

 

  • Mapeamento por grade geográfica (Grid Tracking): Uso de ferramentas visuais para identificar exatamente em quais raios de distância de distritos industriais vizinhos a ficha do Google perde posicionamento, direcionando correções de conteúdo localizadas.
  • Saturação semântica antianálise: Manter o nome oficial da marca estritamente idêntico ao CNPJ (evitando punições do Google por acúmulo artificial de palavras-chave) e canalizar toda a força de termos de busca na descrição institucional, aba de produtos e serviços do perfil.
  • Sinergia digital com WhatsApp: Otimização direta com links de WhatsApp Business para reduzir a fricção de contato e agilizar o envio imediato de orçamentos e arquivos técnicos.
  • Combinação omnicanal (Google Maps + LinkedIn Ads): Utilização do tráfego qualificado que descobriu a fábrica no Google para disparar campanhas assertivas e altamente segmentadas para diretores comerciais e engenheiros no LinkedIn.

Campanhas orgânicas ditam o ritmo financeiro

No fim do balanço trimestral (ou anual), a estruturação correta do Perfil da Empresa no Google atua diretamente na saúde financeira da PME industrial. Dados de mercado comprovam que leads industriais gerados organicamente por perfis otimizados chegam a custar 61% a menos do que aqueles captados via campanhas pagas tradicionais.

Além disso, entre 65% e 70% dos tomadores de decisão corporativa declaram confiar mais nos resultados orgânicos locais e nos mapas do que nos anúncios patrocinados.

Em um país em que as ferramentas e soluções do ecossistema Google já impulsionaram mais de R$ 215 bilhões na atividade econômica nacional, as indústrias que ignorarem a otimização de suas identidades locais estarão, deliberadamente, entregando seus contratos mais valiosos nas mãos de concorrentes digitalizados.

A Ficha de Empresa Google é a sua arma secreta

Tentei ser o mais polidinho possível, mas agora é a hora de voltar ao padrão ultra mega super realista do Dino. É hora de falar rasgado o que realmente precisa ser dito, direto na jugular.

Você deve ter percebido que unir tráfego orgânico e pago com arquitetura de dados eficiente é uma estratégia inteligente e poderosa. E mais, que os leads orgânicos de cauda longa são os mais qualificados. A questão é: você já está implementando ou esperando o faturamento cair um pouco mais?

A SEO agora tem ramificações como a AEO (Answer Engine Optimization) e GEO (Generative Engine Optimization). Como eu sempre disse ao longo dos anos, existe uma subdivisão que chamo de “a SEO dentro da SEO”, o link Building, que é a construção dos backlinks para o seu domínio. Eles ajudam a elevar rapidamente a autoridade de página e autoridade de domínio. Mas isso é assunto para outra hora.

Dentre as várias técnicas de tráfego orgânico, a Ficha de Empresa Google (o antigo Google Meu Negócio) também auxilia a aumentar a autoridade de página e de domínio. Por quê? Ou, acorda sabichão, sabichona! É a Google dizendo que que o seu site é foda pra caralho.

Imagine a sua Ficha de Empresa com a avaliação de pelo menos 60, 70% dos seus clientes reais contando como a sua indústria é atenciosa, entrega no prazo, tem preços equivalentes à qualidade ofertada, cuidado extremo com a sua rede de clientes.

Associe isso ao Google Manufacturer Center e, se você tem vendas diretas (D2C), ao Merchant Center. Você transforma sua indústria numa baita máquina de vendas recorrentes e de aquisição orgânica de novos clientes.

É a melhor forma de reduzir as objeções e o atrito na comunicação da sua equipe de vendas.

A pérola do Dino!

Quanto mais fontes de dados confiáveis, melhor.

Vou dizer pra você o que digo a todos os meus clientes: NÃO ACREDITE EM MIM.

Acesse as pesquisas de mercado e as LEIA, observe o mercado, depure os números da sua empresa, analise os seus clientes, como chegam, como compram, quanto tempo dura a jornada de compra média deles, o valor médio de compra (ticket médio) inicial, a recorrência (fator de sobrevivência), quanto custa adquirir cada novo cliente (CAC), quanto custa manter os clientes da base.

A partir disso não serei eu quem está dizendo, são dos dados do seu negócio. Caso tenha dificuldades em fazer esse levantamento, eu posso te ajudar com uma consultoria especializada.

Aja rápido, porque o mercado está se transformando em ritmo aceleradíssimo. Se você demora seis meses para tomar uma decisão que deveria levar uma semana, continuará perdendo dinheiro e mercado, enquanto novas indústrias e principais concorrentes te engolem.

 

Bora porra, pisa no acelerador aí meu!

Abraço do Dino! 🦖

Referências Bibliográficas

AGÊNCIA BRASIL. Faturamento da indústria de transformação tem recuperação e sobe 3,8% em março. Agência Brasil, 2026.

BUZZMONITOR. 96% dos brasileiros procuram empresas no Google antes de ligar para elas ou visitá-las. Buzzmonitor, 2026.

CENP. Painel Cenp-Meios: investimento publicitário no mercado brasileiro cresce 10% em 2025 e atinge R$ 28,9 bilhões de reais. Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário (Cenp), 2026.

CNI – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. Faturamento da indústria cresce quase 10% no primeiro trimestre, indica CNI. Portal da Indústria, 2026.

CNI – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. PIB deve crescer 2% em 2026, projeta CNI. Agência de Notícias da Indústria, 2026.

EXAME. Mais de 70% das MPE resistem aos dois primeiros anos. Exame (PME), 2026.

FOCO LOCAL. SEO Para Indústria: Como Posicionar Sua Empresa No Google. Foco Local, 2026.

GOOGLE, THINK WITH. Previsões do marketing para 2026: 10 líderes da indústria comentam o que será mais relevante no ano. Future of Marketing, fevereiro de 2026.

GOVERNO FEDERAL. NIB completa 1 ano com R$ 3,4 trilhões de investimentos e crescimento industrial. Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 2025.

INFORME 365. Ferramentas gratuitas e pagas do ecossistema Google ampliam descobertas geolocalizadas, aceleram conversões e geram impacto econômico relevante no Brasil. Informe 365, 2026.

MCKINSEY. The future of B2B sales: How growth champions rewire their playbooks with AI. Report, 16 de julho de 2026.

MCKINSEY. The surprising economics of B2B growth: The new survival threshold—and what it takes to thrive. Report, 28 de maio de 2026.

MERCADO & CONSUMO. Publicidade digital cresce 12,7% e movimenta R$ 42,7 bilhões no Brasil em 2025. Mercado & Consumo, 2026.

SALES PUNCH. Geração de leads B2B para PMEs. Sales Punch, 2026.

TV7. Investimentos publicitários no Brasil devem crescer 9,1% em 2026. Portal TV7, 2025.

WISER REVIEW. Google Review Statistics. Wiser Review Blog, 2026.

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